A rainha dos cárceres da Grécia

A rainha dos c rceres da Gr cia Osman Lins segue a trilha de inova es formais de Nove novena e Avalovara nesta que foi a ltima obra de fic o do autor Nele um obscuro professor secund rio de biologia tenta dia ap s dia

  • Title: A rainha dos cárceres da Grécia
  • Author: Osman Lins
  • ISBN: 9788535906820
  • Page: 189
  • Format: Paperback
  • Osman Lins segue a trilha de inova es formais de Nove, novena 1966 e Avalovara 1973 nesta que foi a ltima obra de fic o do autor Nele, um obscuro professor secund rio de biologia tenta, dia ap s dia, interpretar o nico romance escrito por sua falecida amante, Julia Marquezim Enone, chamado A Rainha dos C rceres da Gr cia Durante a leitura, a voz do professor sOsman Lins segue a trilha de inova es formais de Nove, novena 1966 e Avalovara 1973 nesta que foi a ltima obra de fic o do autor Nele, um obscuro professor secund rio de biologia tenta, dia ap s dia, interpretar o nico romance escrito por sua falecida amante, Julia Marquezim Enone, chamado A Rainha dos C rceres da Gr cia Durante a leitura, a voz do professor se mistura com a de sua musa, e ambas se dissolvem na trajet ria da personagem narradora criada por Julia, a delirante Maria de Fran a, que empreende uma jornada kafkiana pelos labirintos do INPS em busca da aprova o de sua aposentadoria por invalidez Ao desvendar as desventuras e del rios de Maria de Fran a, o professor contamina a narrativa com suas lembran as A leitura do livro dentro do livro torna se uma forma de o professor entender as suas ang stias e as de sua amada Atrav s da mem ria, as hist rias e seus relatos transcendem o tempo, num grande exerc cio de experimenta o da escrita.

    One thought on “A rainha dos cárceres da Grécia”

    1. The last novel by a noted Brazilian writer (smiling in his author photo—always a good sign). Part highbrow reflection on the art of fiction in relation to reality, part faux-academic analysis of an unfinished manuscript by the narrator’s deceased inamorata. Diaristic in form, immensely creative and erudite in content, Prisons of Greece is a captivating experiment with occasional patches of dreariness and esoterica. Builds to a dazzling and disturbing climax when the writer’s handle on real [...]

    2. Hot Damn! Another little nugget I've Read but not Review'd!This one here's for all you lovers of books about books. It's a novel in the form of a diary about an unpublished novel-in-manuscript. It's Dalkey. It's critifiction. It's metafiction. It's translatedfiction. Naturally, it's BURIED, just like Lins' masterwork Avalovara. What is critifiction you ask? Here's a random snippet I just now flipped to :: São Bernardo, linked to certain realistic conventions, frankly presents itself as written, [...]

    3. The best way, I think, to communicate the allure of this book is by quoting it: The narrator himself describes the novel on page 45:"At this point I conceive of something unfeasible: a work that would present itself as double, built in layers and purporting to be its own analysis. For example, as if there were no Julia Marquezim Enone or The Queen of the Prisons of Greece, as if the present piece of writing were actually the novel by that name and I myself were a fiction."Again, on page 96: "The [...]

    4. Meu sentimento sobre este livro é de ambivalência. Impossível não reconhecer a habilidade e até a genialidade do Osman Lins. Mas que raiva do formato dessa narrativa que mantém a gente à margem ao mesmo tempo em que parece expor e analisar tudo e nem deixa o leitor se afeiçoar a personagem nenhum, porque a narrativa não fica tempo suficiente focada num personagem pra fazer com que ele seja palpável!

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